Edições anteriores

  • Acta Historia Educere
    v. 1 n. 04 (2023)

    A revista AHE chega à sua quarta edição com uma temática relevante para a História da Educação brasileira: a expulsão da Companhia de Jesus dos domínios portugueses. Os legados desse evento transformou radicalmente o panorama educacional da colônia. Sua expulsão representou não apenas uma ruptura institucional, mas uma verdadeira refundação dos projetos pedagógicos do Iluminismo português. Os artigos desta edição dialogam com fontes primárias, revisões historiográficas e perspectivas comparadas, oferecendo ao leitor um panorama rico e plural sobre esse momento decisivo. Boa leitura.

     

  • Acta Historia Educere
    v. 1 n. 03 (2022)

    Chama-nos à atenção os postulados de Elenice Silva Ferreira quando a mesma discute as relações étnico-raciais que se colocam no processo de formação de professores e tantas vezes assumem um caráter decisório, privilegiando uns em detrimento de outros. Mas a presente edição também aborda os primeiros trabalhos desenvolvidos pelos jesuítas em solo brasileiro. 

  • Acta Historia Educere
    v. 1 n. 02 (2021)

    A segunda edição da revista Acta Historia Educere mergulha na trajetória da educação brasileira, explorando seus marcos e dilemas ao longo dos séculos. O destaque da edição é a análise da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), promulgada em 1961. No entanto, a publicação não se limita a esse momento histórico: ela também investiga os extremos da educação nacional, contrastando o autoritarismo jesuíta, que moldou as práticas pedagógicas no período colonial, com a permissividade educacional característica do século XXI. Esse contraste revela desafios e reflexões essenciais sobre os rumos da formação intelectual e ética no Brasil. A edição reúne artigos de especialistas que problematizam esses temas, contribuindo para um debate necessário sobre a construção de um sistema educacional mais equilibrado e eficaz. Uma leitura indispensável para estudiosos da área.

  • Acta Historia Educere
    v. 1 n. 01 (2020)

    A reforma universitária de 1968 foi, indubitavelmente, uma tentativa do governo ditatorial, de calar a voz estudantil em um dos momentos de maior atividade da UNE (União Nacional dos Estudantes) em um dos momentos mais críticos da história brasileira. Sobre tal, é importante considerar que o grosso da militância se deu nas escolas secundaristas e nas universidades e não nas letras de m´úsicas de artistas consagrados, como se tende a pensar. Aclarar os liames desta reforma é importante e a este expediente se dedica a presente edição. Boa leitura a todos.